Estou lendo Mateus e confesso: estou admirado com os admiradores de Jesus. Alguns grupos são bem conhecidos no Novo Testamento – os fariseus, os saduceus, os escribas, os discípulos de João, entre outros. Porém, um outro grupo chamou mais minha atenção. Antes de dizer seus ‘nome’, vou dizer suas características. a) É um grupo de fácil engajamento e de simples alistamento. Não tem burocracia. Se estiver passando por ele, é só entrar; b) É um grupo de ideologia indefinida e visão superficial; c) É um grupo eufórico, e isso ajuda atrair muitos adeptos; d) É um grupo caracterizado , principalmente, pelo anonimato.
Mateus o chama de ‘multidão‘.
No capítulo 9 este grupo aparece pela primeira vez no verso 8 ” Vendo isso, a multidão ficou cheia de temor e glorificou a Deus, que dera tal autoridade aos homens”.
Uma conclusão bonita, mas incompleta. Jesus havia acabado de perguntar o que seria mais fácil – perdoar pecados ou curar um paralítico? Talvez só o paralítico tenha entendido que o verdadeiro milagre é Jesus Cristo, pois, só Ele tem o poder de perdoar.
O que quero dizer com isso é que precisamos tomar nossa posição em 2008.
Não seremos mais um na multidão. Faremos a diferença.
A multidão aparece de novo no versos 24 , rindo de Jesus e logo se afastando. (algo a se pensar é que a multidão, no final do livro, gritará: crucifica-o).
No final do capítulo Jesus nos demonstra sua visão:
É preciso me compadecer delas, ter misericórdia, pois são como ovelhas que não têm pastor.(v.36)
Quem seremos?
Sejamos a reposta da oração de Jesus.
” A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Peçam, pois, ao Senhor da colheita que envie trabalhadores para a sua colheita” (v. 37, 38)
SEJAMOS OS TRABALHADORES.